Sites que carregam, indexam e convertem — não vitrines paradas
Websites e plataformas construídos com Next.js 16, SSR/SSG otimizado, SEO técnico e Core Web Vitals saudáveis — preparados pra LGPD desde o dia um e instrumentados pra você medir o que importa.
O problema que vemos no mercado
Site institucional foi commodity por 15 anos e ficou. A maioria das empresas grandes que nos procuram tem hoje um WordPress de 2018 com 30 plugins, um tema comprado em marketplace e Lighthouse score de 32 em mobile. O conteúdo é bom, o time de marketing é bom, mas o site é mais um peso pra esconder do que pra mostrar — carrega devagar, não indexa direito, e cada mudança simples passa por uma agência terceirizada que cobra 4 mil reais pra trocar texto.
O outro extremo é o site enterprise que custou 300 mil reais, demorou 14 meses, virou plataforma de marketing automation com CMS headless, e ninguém do time interno sabe operar. Toda mudança vai pra fila do fornecedor. Cada deploy é um evento. O Core Web Vitals continua ruim porque o framework foi mal aplicado e o CSS-in-JS adicionou 200KB de JavaScript que ninguém auditou.
Os dois cenários têm o mesmo problema de fundo: o site não foi tratado como sistema. Sistema tem versionamento, deploy automatizado, métricas de performance, alertas quando algo quebra, e código auditável que o cliente entende. Site como sistema é a diferença entre presença digital que sustenta produto e vitrine parada que ninguém atualiza.
Como entregamos
Começamos pela pergunta certa: o site é vitrine ou é produto? Se for vitrine pura (institucional, baixo volume, time de marketing não-técnico), WordPress bem-configurado ou Webflow resolvem com fração do custo — recomendamos esse caminho sem culpa. Se for vitrine que precisa sustentar produto (integrações com plataforma, formulários complexos, conteúdo dinâmico, SEO técnico avançado, vários milhares de visitas/mês), Next.js entra em cena com vantagens reais.
Quando Next.js se justifica, construímos com decisões deliberadas. SSG estático pra páginas de conteúdo (índice, páginas de serviço, blog, landing pages) — render no build, deploy em CDN, Core Web Vitals em 95+ no Lighthouse mobile com pouco esforço. SSR pra páginas com personalização leve ou requisitos de SEO + dado fresco (preço atual, estoque, conteúdo recém-publicado). Client components só onde interação exige (formulário com validação, navegação com state, replay de animação).
SEO técnico não é checklist final — é decisão de arquitetura. URLs canônicas explícitas, sitemap.xml programático que reflete o conteúdo real, robots.txt versionado, structured data (Schema.org) injetado server-side com `<script type="application/ld+json">`, BreadcrumbList em toda rota interna, OpenGraph e Twitter Card com imagens dinâmicas, internal linking entre páginas relacionadas. Tudo isso entregue no primeiro deploy, não em fase 2.
LGPD-first significa não atirar primeiro e pedir desculpa depois. Banner de consent que respeita opt-out real (Analytics não carrega antes de aceite), nenhum cookie de terceiro carregado por padrão, política de privacidade redigida pelo nosso lado jurídico, runbook de DSAR (solicitação de exclusão) versionado. Performance e privacidade não brigam — quando bem implementadas, andam juntas.
Observability é parte do entregável, não extra. OpenTelemetry pra trace de SSR/SSG quando o caso justifica; Web Vitals (LCP, INP, CLS) reportados pra um endpoint próprio (ou GA4 quando o cliente já está nele); alerta automático quando Lighthouse mobile cai abaixo de 90 após deploy. Você sabe quando o site degrada antes do cliente reclamar.
Stack que usamos em produção hoje
Framework: Next.js 16 com App Router e React 19. TypeScript strict em todo o projeto. Tailwind v4 com tokens em CSS variables — sem CSS-in-JS no client (Emotion, styled-components adicionam runtime e degradam INP). Quando o cliente exige headless CMS, Sanity ou Strapi são os defaults — Contentful também funciona, mas custa em escala.
Imagens e mídia: next/image com formatos AVIF/WebP, lazy loading nativo, dimensões obrigatórias em todo asset (sem layout shift). Vídeos servidos via Cloudflare Stream ou Mux quando o caso justifica — nunca tag `<video>` apontando pra MP4 de 80MB.
Deploy: Coolify self-hosted quando o cliente tem time DevOps e quer controle de custo (a maioria dos nossos clientes); Vercel quando o caso é landing/marketing com tráfego variável e o cliente prefere PaaS gerenciado. Edge functions com cuidado — adicionam complexidade que muitas vezes não se paga.
Analytics e tracking: GA4 quando o cliente já está nele, Plausible self-hosted quando o cliente quer privacidade-first sem cookie banner. Pixels de ads (Google, Meta) só após aceite explícito no consent banner — nunca antes. Web Vitals coletados via biblioteca oficial do Google e enviados pra GA4 ou pra endpoint próprio.
O que vai (e o que não vai) entregar valor
Onde Next.js (e nossa abordagem) entrega valor real: empresas com tráfego médio-alto (acima de 10 mil visitas/mês) onde performance e SEO impactam receita diretamente, sites que precisam integrar com produto próprio (login compartilhado, dados em tempo real, formulários complexos), e marcas que dependem de Core Web Vitals pra ranquear em mercado competitivo.
Onde Next.js é overkill: site institucional de baixo tráfego (menos de 1 mil visitas/mês), conteúdo 100% estático que o time de marketing precisa editar diariamente sem dev, ou orçamento que não cabe um build de 6 a 12 semanas. Nesses casos, WordPress bem-feito ou Webflow entregam mais rápido e mais barato — e dizemos isso na primeira conversa.
Onde costumamos entregar: landings de captação com Core Web Vitals 95+ que escalam pra campanha de mídia paga sem ter que refazer infra, portais B2B com login + área restrita + conteúdo público sob a mesma plataforma, e e-commerces médios com checkout próprio integrado ao ERP do cliente (não Shopify, que prende dado).
Propriedade · tudo no seu nome
O código, a infraestrutura e o pipeline de deploy são seus. Sem depender de agência pra trocar um texto — seu time opera (ou a gente opera junto), com tudo versionado e documentado no seu repositório.
Próximo passo
O diagnóstico de site é uma conversa de 30 minutos onde olhamos o site atual (Lighthouse, GSC, GA4 se disponível), mapeamos onde está doendo (carregamento? SEO? converter formulário?), e respondemos: Next.js cabe aqui ou outra plataforma serve melhor? Sem assumir que a resposta é refazer.
Diagnóstico técnico do site atual
Em 1 chamada de 30 min olhamos performance, SEO técnico e conversão do site que você já tem — e dizemos se vale refazer, otimizar ou trocar de plataforma.